sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sanctum

Sofremos por pensar
Sofremos por não pensar
Choramos por amar
Choramos por não amar

Agora quem é se não?
a putrida carne no peito
chamada coração
que corrompe o direito

Doce é o ar livido
quando levemente sentido
E por isso é tão amado
por não ser segurado

Liberdade, Oh liberdade
tu és rara, em pura sinceridade
és tu uma utopia?
ou o fim dos dias?

Somos a alva morte
desde que nascemos
a morte tememos, temos.
somos a pura sorte

Declaro-me guerreiro alado
Armado com a espada sagrada
E protegido pelo escudo de Davi
Eis me aqui, Eis me aqui

E quando a alma
Estiver pertubada
Dá me o osculo santo
quebranta-me o pranto

Sofremos por pensar
Sofremos por não pensar
Choramos por amar
Choramos por não amar

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